domingo, 26 de julho de 2009

O Vasco deu mole e o Flamengo teve sorte ...

Futebol tem dessas coisas.
Ontem, quando liguei a tv e o Vasco vencia o jogo por 1 a zero, quase na metade do segundo tempo, ouvi o narrador dizer que após o primeiro gol, o Vasco dominava e o Bahia estava desorganizado em campo.
Lembro que pensei que era cêdo pra ele dizer isso; até porque a vantagem era mínima e jogávamos no campo do adversário.
Aos poucos, vi o Vasco se encolhendo e cedendo espaço para o Bahia que por fim, virou o jogo (2 x 1).
Paciência!
O time do Vasco ainda é jovem, tem muitas chances de se classificar entre os quatro que irão para a primeira divisão, tem um bom técnico, mas tem de melhorar muito; caso queira ganhar o campeonato.
Não dá pra fazer um gol e recuar.
Fora isso, de nada adianta acertar a trave se a bola não entra.
Com a palavra, o bom técnico Dorival Junior.
Já o Flamengo, estava perdendo o jogo mas jogando melhor; aliás, coisa que também ocorreu com o Vasco na segundona.
O Santos cometeu o mesmo erro da Vasco: Fez o primeiro gol e andou atacando timidamente e se descuidando da defesa.
Foi quando já no segundo tempo cedeu o empate.
Aos 42 minuto do segundo tempo, quando todo mundo pensava no empate, não é que um cruzamento rasteiro na pequena área foi suficiente para o zagueiro do Santos interceptar...para dentro do seu próprio gol e acabar com invencibilidade do Santos diante do Flamengo em seu próprio campo?!
Sorte do Flamengo mas ninguém pode dizer que não houve mérito do time rubronegro que tentou sempre.
Emocionante mesmo foi ver o veterano Andrade (técnico interino do Flamengo) dedicar a vitória ao ex-goleiro do Flamengo , Zé Carlos , falecido precocemente aos 48 anos na semana passada.
Apesar de Vascaíno, fui fã de Zé Carlos como sou fã de todos os grandes jogadores, independentemente do clube que atuem.
Isso porque, subconscienemente, nós torcedores achamos que os jogadores são heróis que são capazes de driblar todas as dificuldades da vida...
Ledo engano: Somos todos iguais!
Heróis conhecidos e heróis anônimos.
Ou, como dizia a minha saudosa avô, D. julia,
" cada um com seu sorvete ou cada um com sua cruz..." depende da hora...

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