terça-feira, 6 de outubro de 2009

Outubro Rosa contra o câncer de mama...


A noite de segunda-feira (5) foi toda rosa, do vestido ao Corcovado. Taís Araújo, Maitê Proença e Cláudia Abreu se uniram para promover a campanha "Movimento Outubro Rosa", que tem como objetivo combater e mobilizar a sociedade para a luta contra o câncer de mama. Vestindo a cor do evento, as atrizes falaram sobre a importância da prevenção e ainda se disseram orgulhosas em participar da ação.
Taís subiu até o Corcovado, ao lado de Antonia Frering e da médica Maira Caleffi, presidente da Femama (Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama) para fazer um breve discurso sobre o tema e "acender" o Cristo Redentor da cor rosa.
A ação é superimportante e significativa. O Cristo estava todo encoberto e não se enxergava um palmo na frente do nariz por conta da neblina. Taís precisou até pedir emprestado um blazer para não tremer de frio para a câmera.
Já no Fasano, a atriz encontrou Maitê e Cláudia para um coquetel. "Existem várias coisas importantes que estamos lançando esta noite. Mas o que acho fundamental é a mulher saber que ela tem direito, é lei, uma vez por ano, após os 40 anos, um exame de mamografia de graça", disse Taís.
Maitê Proença, outra madrinha da ação, fez questão de frisar que a doença tem um altíssimo índice de cura caso descoberta no início. "As pessoas costumam aderir a muitas causas, mas é importante defender algo que realmente vá mudar e conscientizar a sociedade. Atualmente, se morre até de gripe e o câncer de mama, se descoberto no início, tem 95% de chance de cura. Então, quer dizer, só morre quem quer", disse Maitê.
Na opinião de Maitê, o psicológico da mulher também precisa ser trabalhado. "Algumas mulheres, durante o banho ou exame de toque, apalpam a mama e encontram um 'carocinho'. Mas elas não vão ao médico. Elas não querem ir. Tem gente que não quer saber se tem doença", afirmou.
Claudia Abreu concordou com Maitê: "Eu acho que é importante participar sempre do que for beneficente. Para mim é quase uma obrigação de quem tem essa comunicação com o público, essa visibilidade, como a gente. Algumas mulheres não procuram um médico por preguiça, por medo. A pessoa pode não ter acesso, não sabe que a mamografia é de graça, pelo governo. Mas eu acho que quando tiver essa conscientização de que existe cura, elas vão começar a pensar diferente", garantiu. Apoiando o " Outubro Rosa", também fiz um editorial do meu programa na Tupi, lembrando às mulheres da necessidade do auto-exame, da mamografia e do acompanhamento médico.

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