segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Debate ou embate?!!!

O debate de ontem na Band me deu saudade de políticos carismáticos que já tivemos no país, desses que prendiam a nossa atenção, mesmo que com eles não tivéssemos empatia, do tipo de
Leonel Brizola, Juscelino Kubstchek, Carlos Lacerda e tantos outros...
Nossos dois candidatos à presidência pareciam "alunos de colégio" submetidos à uma prova oral, nervosos, e um, acusando o outro, que acusava o um.
Que coisa triste!
Que baixo nível!
Sinceramente, pelo dabate de ontem, se já não tivesse definido em quem vou votar há tempos,
juro que chamava a Marina de volta!!!
Ô, dois!
O povo quer propostas e não uma caça às bruxas!
Deu sono!

Um comentário:

  1. Márcio Gomes Olegario14 de outubro de 2010 20:45

    E Jesus, tendo ouvido isto, disse-lhes: Os sãos não necessitam de médico, mas, sim, os que estão doentes; eu não vim chamar os justos, mas, sim, os pecadores ao arrependimento (Marcos 2:17).

    A luta interior de Paul Gupta

    Paul Gupta era um indiano nascido em uma casta hindu muito alta. Diariamente, lia em voz alta livros religiosos considerados supremos na Índia. Uma dessas obras foi escrita em um estilo tão extremamente agradável que Paul achou o livro fascinante, em especial no que se referia ao deus Krishna.

    Certa manhã, contudo, ele ficou chocado com uma pequena declaração do livro: “Krishna veio para salvar o justo e condenar o pecador”. Leu a frase novamente, e então fechou o livro em desespero. O destino dele parecia selado. De todos os milhares de deuses indianos, Krishna parecia o mais gentil; o mais próximo dos seres humanos que os demais. Ele tinha vindo mostrar à humanidade o caminho da salvação. No entanto, ele anunciou a condenação do pecador, e Gupta era um pecador! Portanto, para ele não havia salvação.

    Algum tempo depois, Paul ouviu um missionário cristão falar sobre Jesus Cristo ter vindo ao mundo para salvar os pecadores. Isso prendeu a atenção dele. Começou a ler a Bíblia e suas crenças pouco a pouco foram abaladas. Ele lutou consigo mesmo e com toda tradição que havia recebido por meses.

    Há crises que chegam a um fim inesperadamente simples. No caso de Gupta, ao ler a Epístola aos Hebreus, se deparou com o versículo: “Porque serei misericordioso para com suas iniqüidades, e de seus pecados e de suas prevaricações não me lembrarei mais” (8:12). Ele finalmente entendeu que quem estava falando era um Deus gracioso, o qual podia perdoar devido ao fato de Jesus Cristo ter morrido pelos pecadores. Toda inquietação desapareceu e o coração daquele homem se encheu de paz.

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